QUEM SOMOS
PILARES · NOSSA HISTÓRIA · LINHA DO TEMPO · OBJETIVOS
PILARES · NOSSA HISTÓRIA · LINHA DO TEMPO · OBJETIVOS
O Instituto Convivência do Semiárido Brasileiro é uma entidade sem fins lucrativos que atua na promoção de ações socioambientais voltadas à conservação dos recursos naturais, à educação ambiental, ao desenvolvimento sustentável e à valorização do patrimônio cultural do Semiárido.
Fundado pelo sociólogo, produtor cultural e ambientalista Osvaldo Alves de Andrade Filho, o Instituto nasceu da necessidade de criar iniciativas capazes de unir proteção ambiental, participação comunitária e geração de oportunidades para as populações do sertão.
Ao longo de sua trajetória, o Instituto desenvolveu projetos voltados à recuperação de áreas degradadas, reflorestamento de matas ciliares, produção de mudas nativas, formação de educadores ambientais, coleta seletiva, tecnologias sociais para convivência com o Semiárido e promoção cultural.
Nossa atuação busca fortalecer a relação equilibrada entre sociedade e natureza, contribuindo para a preservação da Caatinga, dos recursos hídricos e do patrimônio histórico e paisagístico do Sertão Central do Ceará.
Convivência com o Semiárido (e não combate à seca).
Recuperação ambiental e conservação da Caatinga.
Educação ambiental e formação comunitária.
Preservação do patrimônio histórico, cultural e natural.
Desenvolvimento sustentável com participação das comunidades locais.
Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará e um destacado ativista ambiental, com mais de 30 anos de experiência na coordenação de projetos de preservação ambiental, educação e desenvolvimento sustentável. Atuou em iniciativas como o reflorestamento de áreas degradadas, revitalização de patrimônios naturais e implementação de tecnologias sociais na caatinga. Além de permacultor e bioconstrutor, Osvaldo é pioneiro na valorização das frutas nativas e no incentivo ao ecoturismo em Quixadá-CE. Seu trabalho combina preservação ambiental, sustentabilidade e promoção cultural, deixando um legado significativo para a comunidade local.
O Instituto Convivência do Semiárido Brasileiro nasceu da convicção de que o desenvolvimento do Semiárido deve ocorrer em equilíbrio com seus recursos naturais, sua cultura e sua população. Desde sua criação, a instituição atua na elaboração e execução de projetos voltados à conservação ambiental, educação, recuperação de áreas degradadas e valorização do patrimônio histórico e natural do Sertão Central cearense.
Fundado pelo sociólogo, produtor cultural e ambientalista Osvaldo Alves de Andrade Filho, bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC), o Instituto reúne mais de três décadas de atuação em iniciativas de desenvolvimento sustentável, preservação da Caatinga e fortalecimento das comunidades locais.
O Instituto iniciou um dos seus projetos mais emblemáticos: a implantação do Projeto de Revitalização do Horto Florestal do Açude Cedro, em Quixadá. A iniciativa marcou o início de um amplo movimento pela preservação do patrimônio natural, histórico e paisagístico do Açude Cedro e de seu entorno, resgatando a importância do primeiro Horto Florestal do Brasil instalado no local no início do século XX.
Por meio do primeiro edital público do Programa Petrobras Ambiental, o Instituto executou o projeto Água e Cidadania: da Escassez à Sustentabilidade, com investimento superior a R$ 360 mil.
O projeto integrou diversas ações ambientais e sociais, entre elas:
recuperação de áreas degradadas;
produção de mudas nativas pela agricultura familiar;
educação ambiental nas escolas municipais;
formação de jovens multiplicadores através do Programa Primeiro Emprego do Governo Federal;
implantação de coleta seletiva em comunidades rurais;
produção de vídeos ambientais;
realização do movimento cultural Arte na Praça, incentivando artistas e talentos locais.
A iniciativa consolidou o Instituto como referência regional em projetos de convivência com o Semiárido.
Com recursos do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (CFDD), vinculado ao Ministério da Justiça, o Instituto coordenou o Projeto de Ampliação e Monitoramento de Área de Reflorestamento de Mata Ciliar da Microbacia do Rio Sitiá.
O trabalho teve como foco a recuperação da vegetação nativa, proteção dos recursos hídricos e fortalecimento da biodiversidade da microbacia responsável pelo abastecimento do Açude Cedro.
Foi desenvolvido o projeto Escolas do Sertão Central: Práticas Sustentáveis nas Escolas das Comunidades, promovendo educação ambiental, sustentabilidade e formação cidadã junto às escolas da região.